que soy una Hada.
Segunda-feira, Julho 13, 2009
Quinta-feira, Julho 09, 2009
Novo Ser
Hoje, que dentro de mim sinto o teu calor frágil, Tenho a forma de um sonho, circular e lunar, E sei que és vida que cresce em mim, Sei que este corpo te acolhe, Sei que as minhas maos te abraçam, Sei que terás o riso mais lindo, Sei que a tua pele e o teu cheiro serao sempre meus, Sei que o meu peso é sinónimo da tua força, E quando fecho os olhos, ouço o teu respirar, A doçura de te levar dentro, fruto do amor em mim. E aguardo, pelo dia perfeito em que os teus olhos iluminem os meus, E ouça a tua voz doce de mar e de espera, E aguardo, pelo instante em que eu contigo possa renascer, Pelo segundo em que o teu primeiro suspiro seja o meu primeiro suspiro, Pelo dia em que te possa contar as minhas ilusoes, E possamos partilhar a sol e as estrelas e a mágia do luar, E brinquemos com castelos de areia, Porque prometo cuidar-te para sempre, Porque o mes mais especial será sempre Novembro, E tenho tanto que dar-te, tantas coisas que contar-te, Tanto amor guardado para ti! E anseio por beijar os teus pezinhos, ver as tuas maozinhas de seda pedindo afecto e protecçao. Aqui te espero, com orgulho. Amo-te e nao me cansarei de te o dizer.
Para ti Sarinha, palavras que me sairam inspiradas na tua condiçao, a tua nova condiçao de mae. Muitas Felicidades, de quem te guarda com imenso carinho e de quem te deseja toda a sorte do mundo. Adoro-te Princesa*
Quarta-feira, Julho 08, 2009
grave.
Tu olor dulzón pegado a los muñecos ecos de mi negra habitación,
contrasta con su sabor en mis venas, y no puedo revivir las memórias muertas
que apuñalo y que me parten los sueños, y quiero sangrar por los ojos para no ver,
para sentir la calma tempestual y arrimar de mí su sombra con las pestañas,
y quiero que vuelvas, pero no podre decir, que en ese instante me perdi.
cayeron los planos y las borbujas frágiles que nascen en el mar de tus dedos,
pequeños, como yo, y la suciedad que cae de mis huesos, de mi cuerpo suspenso,
sufoca los pulmones del tiempo, que se llevará las palavras hacia el rio.
Y me quiero duchar para que las lágrimas limpien los hechos, y no verle, no verte,
irme hasta la cajita de la inexistencia, donde nadie habita el error que a ratos soy, y voy,
con el miedo de sentir, que la esquina de sus lábios sigan colgando los extremos de mi inocencia, y que cuando llegues lo veas, encuentres sus palavras en mis ojos,
abrazame para que crea que tu nunca saliste de aqui, abrazame y rompe
la escuridad de los fantasmas de esa noche de fieras,
esa noche tan larga y tan negra, negra como los recuerdos, como ellas.
Como las que temia, las que te desean cuando no estoy y no voy, y no soy,
y ahora pago, con los bolsillos rotos de la moralidad todas las deudas,
todos los infiernos compartidos aqui donde el aire es ajeno a los movimientos triste de una falsa soledad.
he roto las alas y me echo a correr, por los segundos que me quedan, me echo a correr,
y no me muevo pero me canso, y lo sabia, lo tenia claro y lo busqué, y ahora me arrepiento,
se me encoje el sexo, y no quiero, vuelvo al kilometro cero de esta cinta, y no la apago, porque
no puedo, y me da asco, todo su cuerpo, y las entrañas me gritan y me jalan y me pegan y me
arrebatan, y tu que sabes? nada de nada, sigues durmiendo y desconoces el dolor que se reparte en mi cuerpo, cachito a cacho, por esos besos y esas manos, que son arena, asperas y feas,
y queman las quimeras de algodon que dibujamos bajo la tierra, con la promesa breve y eterna, de por siempre siempre, de por siempre cerca.
Domingo, Maio 31, 2009
Tarde.
Chego sempre assim. Tarde, despida e a contra-tempos. Não tenho jeito para ligações. Acho-as todas imensamente efémeras. É triste, sabe-me a ápio. Ponto. E há noites maduras em que desejo aquele final indesejável e incoerente à força toda. Mas logo as asas surgem, e o lado bom desperta para congelar tamanhos desejos. Agarro-me a base cilíndrica com gelo e devoro cada gota transformada em suor. Há tanto calor nesta sala de pervertidos que as roupas caem a fim de muitas coisas. e eis que não e paro para pensar que talvez não seja esse o caminho certo. Apaixonei-me devo admitir. Apaixonei-me por ele e por tudo o que pra ele escondo, e sei que cairei de novo deste corpo submerso, mas vale a pena faze-lo. Porque ao pé dele a água é mais doce, o ar é mais leve e eu sinto-me quase aquilo que um dia fui. É irónico pensar todas estas coisas quando foi wall-e que nos deu papéis para o começo. E venho tarde bem o sei. Mas já que vim e já que é a ele que quero, não me importam as máscaras que carrego. Certamente morra com isto cravado nos dedos, mas morrer por tudo aquilo que me dá não me parece castigo suficientemente severo. É paz em mim, e fogo que arde lento. E eu quero estar assim nesta corda que estala a cada dia que passa, a cada dia que o vejo despojado na minha cama. São olhos cheios de ternura e de verdade, são olhos que me alimentam o ser e me fazem perceber a merda que por vezes sou por dentro. Obrigado pelos estalo meu amor, obrigado por me fazeres chorar enquanto dormes em silencio, obrigado por me castigares sem saber, obrigado por me fazeres sentir esta sede, esta sede de ti como nos primórdios dos tempos. Quem diria que duas cervejas e falsas aulas nos arrastariam a este conto maléfico e perfeito. Quem diria, que tu transbordarias os meus dias de beleza, enquanto sou mostro e gata borralheira. Quem diria que tu, que nada sabes e nada pensas, serias luz em mim em noites destas nas quais me rói o sentimento de ter tanto para te dizer e tão pouco jeito. E a bolha cresce e rasga toda e qualquer derme. "Terá um fim que não este" é tudo o que sempre penso. E assim me desculpo, e assim arratro estas cadeias pelo chão do pensamento.
(And I´m with U baby. I´m with U.*)
Sábado, Maio 23, 2009
Domingo, Maio 17, 2009
Fácil
Há um cheiro impregnado no ar-vazio das habitações por mim (brevemente) inabitadas. Juntar muros da conspiração. Como se as minhas duas pernas dessem as mãos. Como se os meus dedos pintassem o mesmo retrato em dois idiomas que se tocam. Deixo o frio penetrar tudo o que não mexe nesta escuridão caiada. Quero que se congele e se evapore o que chegou e o que vai partir. Tudo ficou ali, em segredo, deu-se o lugar. Foi só mais uma espera em vão.
Sexta-feira, Maio 15, 2009
E agora sei com todas as certezas...
...que se não te tivesse perdido, tu NUNCA te terias encontrado....
(mas espero em silencio e em segredo, pelo momento alheio em que te voltes a perder.)
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